Polegar Tech · 02/11/2026 19:30
Há 25 anos, este título de Dream Cast apresentou as limitações das pontuações de review dos games
Um lancamento de 2001 foi um dos exemplos da polaridade que os títulos podem ter em suas avaliacoes Quando chegou ao Dream Cast em 22 de novembro de 2001, Rez parecia um objeto jogavel verdadeiramente único. Dessa maneira que o esquisito disco giratório era colocado na lente do videogame, ele transportava o gamer pra outra dimensão. "Rez é uma máquina de endorfina, lançando a essência do transe por meio de sons, capturas e vibrações futuristas", dizia a parte de trás da caixa. "Explore o ciberespaço concebido pelo sistema. Embarque em uma jornada: desperte o Éden", seguia.
O propósito (despertar o Éden) e o universo a ser explorado (o ciberespaço) nao são mostrados de forma natural no título. Qualquer um que inicie uma partida sem ter lido as instruções na caixa se verá catapultado pra um mundo minimalista, geométrico, abstrato e psicodélico, com uma estética fortemente influenciada pelo reino digital. A primeira etapa nos coloca no Gamepad de uma forma humanoide que flutua ao longo de um caminho de fios.
Quando os adversários aparecem, devemos mirar neles pra disparar um laser e destruí-los. 15 anos depois, o título ganhou uma edição aprimorada chamada Rez Infinite (Captura: Enhance Games/Divulgacao) Rez é, por isso, um título de tiro a respeito de trilhos com mecanicas basicamente classicas. O que é menas classico é o seu universo inovador, mostrado de forma desconcertante. Nao há cena cinemática introdutória e nem msm diálogos ao longo da aventura.
Cabe ao gamer compreender os temas explorados e vivenciar a "sinestesia", isto é, em termos faceis, a fusão dos sentidos. O significado, especificamente, é o que alguns jornalistas especializados indicam como afk nesta produção atípica. Dirigido por Tetsuya Mizuguchi e desenvolvido pela divisão United Game Artists da Sega Sammy, o título abandonou perplexos alguns jornalistas especializados, acostumados a usar sistemas de classificacao acadêmicos.
Os visuais de Rez? Polígonos com texturas mínimas e estruturas de arame. A gameplay?
Um título de tiro a respeito de trilhos inevitavelmente repetitivo controlado com somente dois botões. A OST? Techno.
Ou você ama ou odeia. A duracao? Entre uma e duas horas pra chegar aos créditos finais.
Com relação à narrativa, a falta de cenas de corte e explicações concretas pode ser frustante. O JeuxVideo deu ao título uma pontuação 7/20. O Gamekult deu 4/10, enquanto que o Joypad salientou "uma verdadeira decepção" com uma pontuação 6/10.
Na época, teria sido simples concluir que Rez nao era um bom título, afinal de contas. Porém, ou
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